sábado, 6 de julho de 2013

Drinking....

This is just an idea
I have things to do.
I don't know what is right
or what is wrong
but I am trying to find out.
Nothing is forever
I just want to be free.
I need someone beside me
but sometimes I want to be alone.
Nothing is forever
But I will try not to be defeated
by the dark side of my soul
I want to be the light
I want to be solved...

A JORNADA – TERRA DOS ELFOS


" Vocês precisam chegar na terra sagrada dos elfos e entregar este pergaminho para o grande rei. Provavelmente ele lhes entregará um objeto muito, muito importante. A partir desse momento, suas vidas estarão em risco mortal. Retornem com esse objeto intacto custe o que custar e resolverei o restante. Nobres guerreiros, o destino de toda Kanor depende do sucesso dessa importante missão. Não tenho nada mais a oferecer além das vidas que dependem unicamente de todos vocês. Vão em segurança e que todos os deuses estejam do nosso lado."
Os aventureiros seguirão viagem pelo mar em uma Cavarela de tamanho médio. Há um capitão que irá conduzir o navio, no entanto o único que conhece o caminho para a terra sagrada dos Elfos é o Elfo Baranon. O tempo que todos levarão para chegar é desconhecido. Baranon apenas diz:

“Posso guiá-los certamente, mas não posso garantir que chegaremos com vida. O caminho para Alfheim fica além das brumas do grande mar. Normalmente, apenas o grande rei é capaz de atravessar as brumas em segurança pois ele conhece o caminho secreto. Nós, servidores do grande rei, pudemos vir por entre as brumas guiados por sua própria filha, Alfhild, para que pudéssemos cumprir nossa missão de resgatar Lafi. Caso estejam preparados para os perigos que essa jornada irá trazer, ficarei honrado em guiá-los até Alfheim, pelo bem de todos nesse mundo.”
PARTE 1 – O GRANDE MAR
O dia está tranquilo. Bons ventos sopram o dia todo, e o navio viaja a uma velocidade normal. O tempo parece não existir à medida que vocês se afastam da terra em que outrora estavam. Já não há mais terra à vista, apenas o grande mar com suas águas escuras em forma de ondas tranquilas. Uma pequena brisa acaricia seus rostos, aqueles mais ligados à natureza podem até mesmo ouvir o vento sussurrar palavras de boa sorte. Para quem nunca vira o mar, a visão era simplesmente indescritível e a sensação de liberdade era suprema. Mas ao mesmo tempo que o Grande Mar parecia calmo e inofensivo, suas águas escuras e profundas também despertavam em seus corações o medo do desconhecido. O tempo passava sem ser notado e o navio escorregava nas águas que aos poucos começavam a se agitar. Nuvens ao longe se formavam e escureciam o céu. Sinal de tempestade. O vento que soprava agora não era mais um sussurro e sim um grito de aviso. Algo estranho estava modificando o clima da natureza. De repente, de todos os lados do navio, seres desconhecidos subiram sem serem notados e estavam olhando-os assustados. Era um grupo de 8 criaturas de tamanho humano, orelhas pontiagudas feito barbatanas e olhos amendoados que expressavam curiosidade e terror. Suas peles são azul-acinzentadas como os golfinhos. A cor dos seus cabelos longos era verde. Vocês puderam perceber que eles vestiam poucas roupas, na realidade, apenas tangas na parte inferior, feitas de couro de peixe e fibra de alga-marinha. Entre eles havia 3 criaturas que usavam conchas na parte superior, conservando os seios nus. Todos com exceção das 3 criaturas femininas seguravam armas diversas, feitas de pedra e partes de animais marinhos. Eles não reagiram agressivamente, pelo contrário, quando o líder deles, o que segurava um tridente, encontrou o elfo Baranon entre vocês ele disse na língua dos elfos aliviado:
“Graças à Deusa Glórienn, estamos salvos.”
E todos abaixaram suas armas.
O eflo do mar, líder da tribo, diz:
“ Estávamos caçando pelas redondezas quando sentimos a presença de uma força estranha e maligna. Ao nos aproximarmos para investigar fomos surpreendidos por ...( ele hesita)”
De repente, uma flecha negra vinda do céu acerta seu ombro, quando todos olham e percebem a presença de 7 criaturas aladas desconhecidas e em cima delas, cavaleiros negros portando arco e flechas.
O líder é amparado por seus companheiros e pulam no mar...
O heróis irão enfrentar os guerreiros negros e quando estiver perto do fim da luta, eles já terão se aproximado do lugar mencionado pelo elfo do mar o bastante para descobrir o que os estava aguardando.
“ Todos os soldados negros foram derrotados, mas este não era o principal perigo. Na realidade era apenas uma distração para que o Necromante das trevas pudesse ter tempo o suficiente de realizar seu ritual macabro. A invocação do Kracken.”

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Alma de Poeta

Minha alma de poeta
Está clamando por arte
Já não suporto a dor
Que transborda em partes
Recortadas e atadas
Com correntes de aço
Não sei o que faço
Presos, meus passos
Não seguem compassos
Nem ritmo algum
Simplesmente param
Na melancólica dança
Rotineira do dia-a-dia.

Desabafo


"Estou disposto a me relacionar com você, desde que você seja sincero e me diga o que realmente sente. Eu não posso lhe ajudar se eu não souber seus dilemas. Não adianta mencionar e não dizer. Não posso ler mentes, não posso ler você. Tenha coragem para me aceitar e eu terei forças para aceitar as críticas. Tenha coragem para aceitar meu amor e eu terei confiança para lhe amar sempre. Tenha coragem e lute e eu lutarei ao seu lado sem desistir. No fim, o mérito é a felicidade plena de ambos porque o importante é o amor que nos une."

Special Dish

I want to cook something different today...

I want to cook a little bit of love,
a little bit of friendship, a little bit of hope,
a little bit of trust and honesty.

Everybody is invited to eat at my place,
We will have a dinner party with the most delightful tastes.

No sadness desserts,
No blue plates,
we will be satisfied with our own main-course fate.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O REINO DE THEODRIN

" Nossos heróis chegaram no reinado do sul, onde um dia foi conhecido como o Reino de Thenorim, agora sob o domínio do novo rei, filho primogênito que assumira o trono após a morte de seu pai. Theodrin percebera o quanto o reino de seu irmão estava fadado ao fracasso. Tantos anos tinham se passado desde que fora banido que não conseguia reconhecer a terra em que um dia viveu. Seu povo sofria com a pobreza, miséria e opressão. Guardas reais perambulavam nas ruas da cidade. As pessoas escondiam-se para não serem torturadas apenas por encará-los. Zion, Lafi, Bartholomew, Traves e Sirion, o branco, sentiram em seus corações o apelo desesperado nos olhos dos habitantes daquele lugar. Theodrim não sabia como reagir. Apenas quando viu uma multidão aglomerada no centro da praça foi que voltara a si e questionava-se o que deveria estar acontecendo. Ouviu um homem, no meio da multidão, tocar um instrumento de cordas e uma canção de lamento àquele que havia sido condenado a forca. Nossos heróis chegaram no dia da execução. O bardo cantava:

" Eu vi um cavaleiro
montado em seu cavalo
estava ali parado
estava a esperar
eu vi um cavaleiro
montado em seu cavalo
estava esperando
a morte chegar

Saíste para a batalha
deixando tua a família
pobre cavaleiro
deixaste tua família
pobre cavaleiro
Sabes que não vais voltar

Eu vi um cavaleiro
montado em seu cavalo
estava ali parado
com sua espada na mão
Eu vi um cavaleiro
perdendo o coração

Pobre cavaleiro
deixaste tue amor para trás
pobre cavaleiro
nunca descansará em paz

Saíste para batalha
com fé e esperança
pobre cavaleiro
jamais poderá amar
pobre cavaleiro
Sabes que irás morrer..."

Enquanto o carrasco colocava a corda no pescoço do condenado, o bardo gritava com dor fazendo-se ouvir por todos que assistiam ao enforcamento.

" Uma flecha rasante
dilacerou seu peito
perffurando sua alma
e arrancando de ti
a ilusão de vencer..."

O carrasco estava pronto. Agora, era só uma questão de tempo...

E agora?

Minha memória está difusa,

lembranças passadas ,confusas,

nem sei o que foi real ou imaginação...

Previsão

Há quanto tempo não me distraio
Há quanto tempo não penso em mim
O mundo se transforma em forma
E minha vida se deforma em normas
E coisas e responsabilidades vãs
Há quanto tempo não me distraio
E me olho no espelho da sorte.
Hoje estou certo que não viverei
Hoje estou certo que morrerei
Hoje estou ciente e consciente de minha sina
Hoje ouço o som dos sinos de cima...
Me chamam...
Me chamam...
Me chamam...
Há quanto tempo não me sinto só
Há quanto tempo perdi minha solidão
Há quanto tempo deixei a tristeza
Há quanto tempo deixei de sofrer
Hoje estou certo que não voltarei
Hoje estou certo que continuarei
Hoje estou certo do caminho a seguir
Hoje estou ciente e consciente do por vir...
Morrerei?

Questionamentos

O que sou?
Quem sou?
O que farei?

Profano Amor



Pensando em mim,
Pensando em ti,
Percebo quanto sofremos.
Sentindo, então,
Um amor em vão,
Percebo o que não dizemos.
Sempre um não dizer,
Um silêncio a fazer
Nos olhares distantes.
Sempre um brilho intenso
Num olhar imenso,
Nos momentos errantes.
Mais que incertos
Os olhares certos
Que nos confrontamos.
Menos um momento
De puro sentimento
Que ambos nós sonhamos.
Olhar, sem uma palavra dizer.
Apenas sentir o amor nascer
Do silêncio do mundo.
Dizer, sem uma palavra falar.
E tudo entender só num olhar
Distante, imenso, profundo.
E é assim todos os dias,
Vivendo de agonias
Sem poder uma palavra dizer
No silêncio da dor,
Sentindo esse profano amor,
Difícil de conter.
II
O amor é ilusão
Que logra o coração
Nos mais diferentes anseios.
O amor não é viver
Por que amar o mesmo ser?
Por que não há outro meio?
Por que sentir sem saber
E o que sente não entender
Se o mesmo amor não responde?
Por que esse amor descobrir
E não poder sentir
Se o mesmo amor não corresponde?
III
Como és profano, Amor incestuoso,
Que em meu coração
Alastra-se como uma peste maldita.
Repudio este Amor demente
Que minha alma mancha.
Afasta-te de mim, Amor bacante.
Não me tentes tentar, pois sou forte e bravo.
Por que me persegues em todos os momentos?
Por que me não deixas em paz?
Amor de perdição, que meu coração
Deseja descontroladamente abandonar-se
Em teu leito e sentir o gozo de teus beijos.
Por que me atormentas
Tão intensamente capaz de me enlouquecer?
Amor, que destrói minha alma e meu coração,
Por que me escolheste como vítima de teus enlevos?
Sabes o que sinto.
Sabes que não posso controlar.
Sabes que sofro por te não poder amar.
IV
Num momento de ilusão
Chora meu coração
Por outro amor não sentir
E entre a luz e a escuridão
Num sonho de verão
Descobri que não sei viver sem ti.

A song for my friend

What can I do to be like before?
What can you say to make me believe?
Every time I try to run from the past
I always remember, I never forget...

And If I hadn't known you that time
And If I hadn't given you my heart
Would I have changed my life?
Would you have cheated me more times?

You say I can trust you now
When everything has gone so far
I look at you and turn away
wishing the moment to stay...

I see we can get it through
But nothing can be like before
I suffered when you left me
to be with another one.

But now the time has gone,
And I realized I can live without you.
No, I am not happy neither blue,
I am just satisfied with or without you.