Minha alma de poeta
Está clamando por arte
Já não suporto a dor
Que transborda em partes
Recortadas e atadas
Com correntes de aço
Não sei o que faço
Presos, meus passos
Não seguem compassos
Nem ritmo algum
Simplesmente param
Na melancólica dança
Rotineira do dia-a-dia.
Está clamando por arte
Já não suporto a dor
Que transborda em partes
Recortadas e atadas
Com correntes de aço
Não sei o que faço
Presos, meus passos
Não seguem compassos
Nem ritmo algum
Simplesmente param
Na melancólica dança
Rotineira do dia-a-dia.
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