sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Cidade Perdida

Posso ver desfiladeiros,

Montanhas, mochileiros

E muitos mistérios de um mundo de antes.

Posso ver em cada parte

Pedras, beleza, arte,

Momentos de outrora, espíritos errantes.

Posso ver entre as ruínas

Chachabamba, Winaywayna, Intipunku,

O trabalho de um povo, uma nação.

Posso ver a harmonia

Que antes vivia

A natureza e um coração.

Não sinto cansaço em meus pés.

Não sinto minhas retinas fecharem.

Subo escadas em direção ao céu.

Vejo nuvens entre Rochas dançarem.

Não sinto minhas pernas pararem,

Contemplo do alto esse antigo museu.

Posso ver desfiladeiros,

Montanhas, mochileiros

E muitos mistérios de um mundo de antes.

Posso ver em cada parte

Pedras, beleza, arte,

Momentos de outrora, espíritos errantes.

Nunca esquecerei da visão que tive

Dos distintos traços da Cidade Perdida,

Que um dia teve vida e hoje não tem mais.

Nunca deixarei minhas lembranças esquecidas

Desse povo antigo, dessa cultura audaz

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