Quantas coisas me veem à cabeça.
Quanta memória confinada no âmago de minha consciência.
As imagens estão surgindo aos poucos.
Eu quase que posso tocá-las, como se fossem um filme,
elas passam diante de mim.
Estou assistindo à mim mesmo e começo a me questionar
o porquê de atos tão inferiores pude cometer.
Como pude destruir a vida de alguém
para deixar meus desejos mais íntimos me dominarem?
Como pude não pensar?
Como pude não resistir?
Me envergonho de memórias tão indignas.
Lembro-me de meus primos,
meus amigos e dessa criança...
Com certeza tenho uma dívida com ele
e certamente não me recusarei em pagá-la.
Por hora, só o que tenho a dizer
é que sinto muito.
Se algum dia puderes me perdoar pelo que fiz contigo,
ficarei feliz por tua compaixão por mim...
Quanta memória confinada no âmago de minha consciência.
As imagens estão surgindo aos poucos.
Eu quase que posso tocá-las, como se fossem um filme,
elas passam diante de mim.
Estou assistindo à mim mesmo e começo a me questionar
o porquê de atos tão inferiores pude cometer.
Como pude destruir a vida de alguém
para deixar meus desejos mais íntimos me dominarem?
Como pude não pensar?
Como pude não resistir?
Me envergonho de memórias tão indignas.
Lembro-me de meus primos,
meus amigos e dessa criança...
Com certeza tenho uma dívida com ele
e certamente não me recusarei em pagá-la.
Por hora, só o que tenho a dizer
é que sinto muito.
Se algum dia puderes me perdoar pelo que fiz contigo,
ficarei feliz por tua compaixão por mim...
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