quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Talvez não saibas o quanto preciso de ti.

Em ti quero estar envolvido em amor ardente.

Nos teus seios embebedar-me sedentamente.

Em teus olhos lembrar-me que de amor morri.

No luar, iludir-me que te senti.

No altar da morte olhar-te, loucamente.

Na ilusão de encontrar-te, de repente,

Saber o quanto, por ti, me iludi.

E tentar esquecer-te

Mas cada momento lembrar-me eternamente

E minha alma desejar a ti somente

E não conformar-se que te perdi.

Talvez não saibas o quanto preciso de ti.

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